Então é Natal

 e por um milagre natalino até essa altura do campeonato eu não ouvi nem uma vez Simone tocando em buraco nenhum. Não posso dizer a mesma coisa com relação a Mariah Carey porque né. Parece que ela invadiu o Instagram.

Mudando de assunto

Tenho tido pensamentos intrusos muito frequentes. Disse que estava mudando de assunto, mas não quero falar sobre isso não. Só quero registrar. Pra daqui a, sei la, 5 anos, eu pensar “que porra eu quis dizer com isso”. Pois é, eu faço isso.

Falando em fazer coisas inúteis, dezembro é o mês que eu faço resoluções que eu juro que vou cumprir. Rá. A piada só não é mais completa porque eu não escrevo essas listas. Só as mantenho no plano mental. A humilhação é menor e eu posso fingir que, na verdade, elas nunca existiram, né verdade? 

Mas ainda estamos na vibe pandêmica de dizer “deixa como está que estamos vivendo tempos turbulentos” ou não tá colando mais? Porque eu já me entreguei na mão do palhaço há tempo mas tô fingindo que tá tudo de boas. Que os remédios é que estão fazendo efeito (mas é placebo, deixa pra lá).

Esse ano passou sem sê-lo mas nhé. Fomos indo né. Não tenho pretensões para 2022. Mas meu lado Poliana ainda mantém uma esperança para o próximo, fazer o quê se sou assim. Porém há o medo da incerteza. Você tá assim também, cara pálida? Quero acreditar mas desacreditada? Com tudo o que vivemos e com tudo que perdemos? Pois é. Mas a roda continua a girar, nada para, tudo continua. E a gente segue, a gente persiste. 

E segue, segue.

E eu tô por aqui. 

Desiste de mim não.

Eu tô tentando não desistir. 

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